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Nome completo: Walter de Arruda Camargo. Cidade de nascimento e onde mora: São Paulo e Santana de Parnaíba (SP). Trajetória Profissional: Profissional da área de finanças, previdência complementar e investimentos há mais de 30 anos. Como me tornei santista: Tornei-me Santista aos oito anos por influência de uma senhora que trabalhava para minha mãe. Ela era de Santos e se dizia prima de uma prima do Mengálvio (Gilberto Freire cantou esta bola algumas décadas antes...). Ídolo do Santos: Ramos Delgado. Jogo mais emocionante: Escolha difícil... De “antigamente” (1964) Santos 7 x 4 SCCP. De “ontem” (2002), Santos 3 x 2 SCCP. No reveillon daquele ano só deu camisa do Santos. DE “hoje” (2006) Santos 2 x 1 Juventus: o jogo em si não foi nada daquelas coisas, mas a torcida foi ótima! Gol inesquecível: Menos pela importância e mais pelo inusitado: Clodoaldo, de fora da área contra o Guarani (num Paulistão de que nem lembro o ano) numa quarta-feira à noite pela TV. Clodoaldo deu um chute forte de fora da área, a bola bateu na trave esquerda e voltou. O goleiro Tobias estirou-se todo e, quando levantou a cabeça à procura da bola, esta bateu na sua testa e entrou. Clodoaldo até passou a mão na cabeça dele como quem se desculpa. Tobias deve ter falado um palavrão daqueles... Se eu fosse um jogador: Como bom beque de fazenda gostaria de ser Ramos Delgado. Influências na Imprensa: Sou da geração Pasquim. Daí, as influências são Paulo Francis, Millor Fernandes e companhia, mais Sergio Porto (Stanislaw Ponte Preta), que foi um precursor dessa turma toda. Hoje em dia, leio sempre Diogo Mainardi e Xico Sá (que além de escrever bem é Santista). |
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