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26/08/2008 |
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26/08/2008 |
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NACIONAL
Havaianas
Ando ressabiado com o, atual, Robinho. O cara não sai do Departamento Médico?!
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Escrito por Walter Camargo às 10h31.
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25/08/2008 |
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FUT
Teste
Quem acertar o nome do colunista que escreveu isto aqui ganha um pastel da Banca do Claudio, sabor a escolher e com direito a um Guarná Caçula geladinho... Onde fica a Banca do Claudio, eu explico para quem ganhar... É um texto digno da Oposição! O estilo é inconfundível. Vamos ver se alguém mata esta! Quem quiser responder tem que dizer duas coisas: 1 - Se gostou do texto e 2 - De quem é. Émerson Leão era o grande pilar de sustentação do Santos do complicado presidente Marcelo Teixeira. Foi só o leonino treinador deixar o cargo para o Peixe começar a morrer na praia e sofrer ameça até de rebaixamento no Brasileirão. E quem falou? Teixeira, claro, que deu ouvidos para um tal de Capella, o mesmo que anunciou a queda de Cuca, quem ele trouxe por debaixo dos panos, na calada da noite, depois de apunhalar Leão pelas costas. Por causa da vaidade de alguns, toda torcida santista paga. E que preço. Equipe outrora uma máquina de jogar bola, nos tempos de Pelé, depois como os Meninos da Vila e ultimamente com Diego e Robinho, agora se sujeita a Quiñones e Molinas. Aliás, Leão já havia alertado que essa política de trazer gringos bons e baratos não iria dar certo. Mas ninguém deu bola para a sabedoria leonina. Voltar atrás, no tempo por exemplo, não é ainda permitido a nós, pobres mortais. Então, o jeito é parar de valorizar a incompetência, dar força para quem é fraco de cabeça e maldoso de coração. Aí, quem sabe, a coisa ande e o glorioso Alvinegro Praiano volte a brilhar no céu estrelado das grandes constelações da bola nacional.
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Escrito por Walter Camargo às 13h03.
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25/08/2008 |
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NACIONAL
Passa na Casa do Norte e...
Acho que o jogo de domingo, contra e na casa do Vila Sonia, deve ser encarada como uma decisão de campeonato. Ganhar é fundamental e, colocando momentaneamente de lado as limitações do time Santista, o Vila Sonia encontra-se longe de seus melhores momentos. Fontes internas lá já não contam com a Libertadores no ano que vem e as consequências financeiras disso já são lamentadas. Parece que preciariam vender alguém logo para não entrar no vermelho. Pelos últimos jogos, o ponto alto deles, que era uma defesa muito bem postada, coberta por uma marcação forte no meio de campo, tem sido penetrada por ataques de times não tão bons. Em que pese que Hernanes volta da Olimpiada e deve reforçar o meio de campo, Marcio Fernandes tem uma semana para estudar a melhor forma de jogar. Espero que a encontre. Do nosso lado, a volta de Rodrigo Souto, além de melhorar bastante o meio de campo, teve o condão de melhorar também o ambiente. Deu força para todo o mundo. Um bom resultado domingo, além dos preciosos pontos, será também importante para levantar o moral. Catuaba e Jurubeba são considerados dopantes?!... Se não, passa na Casa do Norte e manda ver! P.S.: assisti boa parte do segundo tempo do jogo Gremio e Nautico. Anotei duas coisas sobre o jogo e uma sobre torcida: 1- Ali pelos trinta e poucos minutos, um jogador do Grêmio que nem sei quem é recebeu um lançamento dentro da área, dividiu com o goleiro e caiu. Não foi pênalti, pois o goleiro travou a bola. O jogo seguiu, com o jogador do Grêmio levantando no ato e voltando correndo para marcar no meio-campo. Pensei: jogador por jogador esse time não tem nenhum craque, mas desse jeito ganha-se campeonato. É, infelizmente, muito comum, jogadores brasileiros ficarem lá caídos na esperança de ganhar um pênalti de presente. Em geral ganham um amarelo... 2 - O gol de empate faltando 20 segundos para acabarem os acréscimos foi o prêmio a essa correria toda. Aliás, um gol até mais do nosso interesse do que do Grêmio. 3- No final do jogo a Sportv focalizou um torcedor do Nautico, com o rosto pintado com as cores do time, um gorro vermelho até as orelhas e escrito Mister N! Hilário. Algum antropólogo ainda vai tesar esse tipo de coisa.
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Escrito por Walter Camargo às 09h07.
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22/08/2008 |
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FUT
Volantes e clonagens na maionese
Nos últimos dias, dos balões de ensaio sobre contratações hipotéticas do Santos, que eu me lembre, fora um lateral direito, a maioria era de volantes. É essa mesmo a pior carência do time? Não era na armação? Será que nossos clarividentes dirigentes estão esperta e sagazmente atrás do Santo Graal do volante hábil que faz a bola recuperada na defesa chegar mágica e rapidamente aos pés dos atacantes livres num contra-ataque? Porque de brucutus-cabeça-de-área já estamos bem servidos. Volantes que sabem jogar de verdade são uma espécie em extinção. Os Zitos, Corrós e Beckenbauers constituiram uma estirpe que parece que se estinguiu. Aqui e ali aparecem um Renato, um Mascherano. Mercadoria rara e cara. Aliás, todo o pé-de-obra bom anda raro e caro. Hoje em dia, qualquer jogadorzinho ciscador que por acaso faz meia temporada boa é incensado como craque e rapidamente repassado para times ricos da Europa. Mesmo que os grandes times europeus sejam bem administados, ultimamente andam pagando caro por ouro de tolo. Há alguns anos atrás tivemos o Caio, que foi eleito o melhor jogador de um campeonato sub-alguma-coisa nas Arábias e apareceu no Vila Sonia. Aí, o Vila Sonia o vendeu a peso de ouro para um tolo que nós conhecemos. Se não me falha a memória foram cinco ou seis milhões de dólares da época... Deu no que deu. Outro exemplo: o Milan pagou uma fortuna por Pato, jogador, na época da transferência, com 17 anos. Foi uma aposta de alto risco. Tinha aparecido bem nos juvenis do Inter e na seleção brasileira da sua faixa etária. Só que não tinha jogado nem um Gre-Nal, ou seja, não tinha provado nada, ainda. Foi para Milão com todo o glitter possível, com direito mandar coraçõezinhos para a namorada via TV. Não é lindo o amor?! Mas pelo que vem jogando, acho que o bonus anual do Leonardo está a perigo. Berlusconi já deve estar com a tesoura na mão... Nestas Olimpíadas esperava-se que fosse um destaque. Terminou na reserva de um time horroroso. Outro dia meu perspicaz cu-cu lascou lá da poltrona: - Não passa de um jogador comum. Diz aí: o que você já viu ele fazer de excepcional em campo? Mudo quedei-me. Nos bons tempos do futebol brasileiro, revelavam-se diversos jogadores por temporada. Com a decadência, essa produção minguou, mas até uns tempos atrás surgia um craque de verdade a cada dois ou três anos. Não mais. Este ano, já no começo do segundo turno do Nacional, e nenhum jornalista esportivo ousou começar a apontar revelações. Simplesmente porque não as há. Keirrison? Thiago Neves? Poupem-nos... Para não voltar demais no tempo, alguém espera o surgimento de um Zico, de um Ronaldo, de um Ronaldinho? Nunca mais. Talvez só reste a clonagem. Será que os citados volantes finos acima topariam uma parceriazinha?!
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Escrito por Walter Camargo às 11h22.
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21/08/2008 |
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NADA A VER
Tudo a ver
Aqueles que, como eu, ficaram até contentes com a manchete dos jornais matutinos que trouxeram a notícia que o STF tinha cortado as asinhas da maioria dos políticos no que tange ao nepotismo em cargos chamados de confiança, vejam só a ducha de água fria: O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quarta-feira proibir o nepotismo no poder público brasileiro, mas parlamentares já falam em uma saída para flexibilizar a regra: criar cotas para parentes. E nós aqui só olhando, né?... Qualquer semelhança entre os - maus - hábitos da administração pública e dos times de futebol não é mera coincidência. Os editoriais da Resgate têm chamado a atenção para a necessidade de não apenas torcer, mas participar da vida política do clube. No caso da política brasileira em geral, a recomendação é a mesma. Embora sejam apenas eleições municipais, olhar bem em quem votar é importante e, se possível, participar de mais de perto. Esse tipo de coisa aí em cima, além dos problemas do nosso Clube, não vão deixar de existir se ficarmos só achando ruim de longe. Infelizmente, não há outra maneira de fazer algo sem aproximar o nariz da lama.
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Escrito por Walter Camargo às 14h52.
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21/08/2008 |
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NACIONAL
Desespero, mermo...
Eu devia ter alugado e revisto o filme ontem... Foi um jogo no mano a mano, na ruindade. Pelo que os dois times mostraram, era para empate mesmo. Só tem umas coisas: - O ataque continua perdendo oportunidades incríveis. Aos 41 do primeiro tempo, KP tinha o goleiro do Ipatinga a seus pés e deu um chutinho, no melhor estilo sucatão, para fora. Assim não dá. Um jogador da faixa salarial dele não tem o direito de perder um gol desses, obrigatório até em pelada com tampinha de cerveja no recreio da escola.
- O único gol nosso saiu de uma pixotada monumental de um beque do Ipatinga. Se não fosse, não tinha saido. Pelo menos Cuevas antecipou o lance e tocou com categoria.
- Pena que não adiantou nada. Pensei na hora: daqui até o fim do jogo o negócio é bola na arquibancada, senão... Em seguida, meu bestunto alertou-me que do jeito que as coisas andam o jogo não iria terminar assim. Infelizmente não deu outra: toda hora sobra alguém livre em bola alta na área do Santos.
Pode até ser que esse time ganhe do Cruzeiro no próximo jogo na Vila, mas não é o que o meu achômetro anda marcando neste momento. Oremus10!
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Escrito por Walter Camargo às 10h20.
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20/08/2008 |
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NACIONAL
A Noite dos Desesperados II - A Missão
Por deslembrança, percebi que o início do Título acima eu já tinha usado. Maus tempos... Hoje à noite, para fazer face à missão acima há duas alternativas: 1- Assistir ao jogo, em que o Santos alinhará: Douglas, Wendel, Domingos, Fabiano Eller (Fabão), Carletto; Roberto Brum, Bida e Paulo Henrique (Robinho) Kleber; Lima e Kléber Pereira. Nervos de aço no Vale do Aço. Para nós também... 2- Caso os nervos estejam abalados futebolisticamente, vá à locadora de video mais próxima e alugue o filme homônimo. Papa fina, dirigida por Sidney Pollack, com Jane Fonda, Michael Sarrazin e Susannah York nos papéis principais. Caso os nervos estejam abalados de maneira geral, esqueça. É um filmaço, mas pode fazer um estrago no seu humor. O título original e a frase de rodapé do cartaz já dão uma pista... 
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Escrito por Walter Camargo às 14h02.
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20/08/2008 |
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FUT
Mas como tem cara burro!...
Olhem só a manchete do Terra Magazine: Thiago Neves admite que acertou Mascherano por querer na derrota de 3 a 0 para a Argentina. Ele pode dizer, e disse, que Mascherano catimba o jogo todo. Ele pode, conforme o tipo de jogo, entrar com o pé duro nas divididas. Ele pode perder a calma e apelar. Não é bonito, não é agradável, mas no mundo do fut, é compreensível. Agora, dar entrevista à imprensa dizendo que bateu de propósito, revela imaturidade e QI de ostra. Pode, um cara desses na Seleção? Só se for, como alguns já dizem, Selecinha...
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Escrito por Walter Camargo às 11h43.
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19/08/2008 |
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OLD LEAN PEA ARE DASH
Ervilhas Magras Velhas São Travessão: Põe o Bernie!
O Chapéu, é mais ou menos como um gringo, morador há anos no eixo Piracicaba/Rio de Janeiro, pronunciaria essa coisa onipresente na TV... A primeira parte do Título é a tradução... Num guento mais! Aliás já não guentava antes de começar. Nem lembro que site fez uma enquete perguntando se o Brasil ia ganhar mais, igual ou menos medalhas do que em Atenas. A maioria tascou mais, mas este escriba, que adora ser do contra, cravou menos. Se acertar isso valesse alguma coisa... É sempre a mesma coisa. Como o Brasil fatura sempre por volta de uma dúzia de medalhinhas e umas tantas medalhas certas vão dar chabu e algumas que ninguém esperava vão aparecer sei lá de onde. Quando um/uma carinha muito pouco conhecido/a fatura um bronzezinho, com todos os méritos aliás, vai lá a Grobo e brinda seus espectadores com um solo do Galvão Bueno, daqueles que parecem trilha sonora de motel... Será que o Galvão tem orgasmos ao vivo?! Pro Brasil restou muito pouca coisa daqui para o próximo fim da semana. O futebol masculino fez o que se esperava dele, ou seja, muito pouco. Prefiro que não abiscoite o bronze e que Dunga dance. Teria ainda a vantagem de tirar Luxerley da Porcada... O feminino está melhor do que a encomenda e torcemos para ganhar das americanas. O volley feminino está bem demais, mas preocupa-me. Até agora foi tão fácil que... torçamos! A coisa até agora foi só treino. O volley masculino, vem rateando, mas se puser os nervos no lugar pode repetir Atenas. Duro é manter os nervos no lugar com Bernardinho comportando-se normalmente, ou seja, surtando adoidado... A história do volley contemporâneo mostra que um time ao ser montado mantem-se na ponta por uns quatro a seis anos. Não mais do que isso. Todo mundo fala em reposição, etc, mas no fim não dá e o time decai. Sem preocupação de datas exatas, lembro dos seguintes times: - Tcheco-Eslováquia dos tempos da regra antiga; - União Soviética, em que a estrela, Savin, era imarcável; - Estados Unidos do técnico Doug Beal. Beal praticamente reinventou o jogo. A especialização de funções que praticamente todos os times de ponta usam hoje, é criação dele. - Italia do técnico Julio Velasco. - Brasil do técnico Bernardinho. Pode até ganhar o ouro de novo, mas parece-me que já estão over-the-hill. Mesmo que sejam campeões, não creio que continuem na ponta. Russia, Servia e Polonia estão, como na estória da raposa e o corvo, elogiando o bico da ave lá no alto, só aguardando o queijo cair. Bernardinho outro dia até soltou uma frase dizendo que gostaria de assumir o basquete brasileiro! Ô loco, sô! Seria bem do feitio dele... Interessante que a Tcheco-eslováquia começou a cair depois de ganhar as Olimpíadas de Montreal contra a Uniào Soviética, que a partir dali, teve sua fase de predominância. Aquele jogo foi uma loucura total. Como ainda existia a vantagem e os times eram parelhos, durou só..., 3 horas e vinte minutos, entrando pela madrugada. Meninos, eu vi... E já que falei que Bernardinho parece em busca de novos desafios, no dia em que houver democracia e profissionalismo no Santos, que tal ele como Diretor de Futebol?! Precisa de planejamento? É com ele. Precisa dar esporro em jogador? Também. Tem estrela de salto alto? Deixar que ele arruma uma serra... Pirei? Nina nana... o volley é o esporte mais organizado que existe, fora e dentro de campo. Mesmo dentro, se não treinar as jogadas à exaustão, um time não pega nem placê. Acho que ainda falta muito e que vou mexer num vespeiro, mas Bebeto de Freitas tem feito um bom trabalho no Botafogo. Teve diversos problemas, porque, como acontece agora com Dinamite no Vasco, recebeu uma herança maldita, mas no longo prazo, aposto no trabalho dele. Veio de onde? Do volley... Quando chegará a nossa herança maldita?
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Escrito por Walter Camargo às 16h43.
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