Sônia Neves
 Santos/SP
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Sônia Neves 

QUEM SOU EU?
O orgulho santista começou cedo. Tive o privilégio de nascer na Santa Casa de Santos, ali pertinho da Vila mais famosa do mundo, no mês de fevereiro, sob o signo de Peixes. Só poderia ser santista roxa! A cor do blog tem tudo a ver...

Não sou jornalista, mas a paixão pelas palavras começou desde minha infância, quando aprendi as primeiras letras lendo o jornal que meu pai comprava. Já naquela época eu acompanhava as notícias do Santos no caderno de esportes. Comecei a trabalhar aos 14 anos e estudava à noite. Com 20 anos fui fazer a Faculdade de Letras (português e italiano) na FFLCH-USP. Por isso gosto tanto de literatura e música em forma de poesia. Por isso sempre cito Zeca Baleiro, um artista das palavras, santista tão roxo quanto eu. Por isso, ainda, que muitos dos meus textos fazem e farão referência às coisas que gosto (poemas e letras de música). Tenho grande admiração por Chico Buarque, Caetano, Elis, Djavan, Adriana Calcanhotto, Cássia Eller e os poetas Drummond, Manuel Bandeira, Fernando Pessoa e o Camões lírico, dentre outros. Só não esperem de mim análises táticas e técnicas, como fazem aqui a maior parte dos blogueiros, pois isto não sei fazer. A minha paixão é maior do que o medo de falar besteira... rs

Apesar de formada, lecionei pouco tempo. Sempre trabalhei na iniciativa privada e as aulas ficaram em segundo plano. Trabalho, hoje, no Tribunal de Justiça (desde agosto 2005), quando entrei através do concurso de Escrevente Técnico Judiciário; antes disso, também por concurso, trabalhei 7 anos no Banco do Brasil e muitos outros anos no Grupo Santista (atualmente, Bunge).

Foi na linda campanha do Peixe, em 2004, quando o time vinha sendo “lesado” de todas as formas, que, motivada por uma campanha deste Portal, mandei um e-mail de protesto ao Sr. Luiz Sveiter, com cópia para o Arnaldo Hase e o Supersantos. Fiquei bastante surpresa e honrada quando o Arnaldo me convidou para escrever no Santista Roxo, mas confesso que senti calafrios e relutei muito pensando na tarefa difícil que teria pela frente, pois conhecia o talento das "feras" que escreviam e continuam escrevendo no Portal do Santista Roxo. Aos poucos, me acostumei com a idéia. Amo escrever sobre a paixão imensa que sinto pelo Santos.

Tenho um filho, pelo qual sinto o maior orgulho - claro! Super responsável, trabalha, faz faculdade, namora e ainda "cuida" da mãe com muito carinho. Um verdadeiro "menino de ouro". Ele é a maior alegria da minha vida - depois vêm, empatados em segundo, Santos Futebol Clube e Zeca Baleiro... rs rs rs.


ÍDOLO DO SANTOS:
são tantos: dos que vi jogar, quando comecei a acompanhar futebol: Clodoaldo, depois os "Meninos da Vila" (Juari, Pita, João Paulo, Aylton Lira...); gostei demais também dos goleiros Rodolfo Rodriguez, Marola, Sérgio e de todos os jogadores da geração 2002/2004, principalmente Robinho, Léo, Elano.

Hoje (2010) tem o Neymar, o Paulo Henrique, o André...

JOGO EMOCIONANTE:
A final, com o time da marginal em 2002, foi linda, mas ainda não se compara ao jogo Santos e Fluminense, de 1995. Infelizmente não fui ao Pacaembu. Até aquele ano eu nunca havia assistido a uma partida no estádio. Meu irmão foi e fiquei em casa, assistindo pela TV, chorando de emoção. Quando ele voltou e conversamos, senti que havia perdido um dos jogos mais lindos de todos os tempos. Depois disso comecei a ir à Vila, ao Pacaembu e ao Morumbi. No Pacaembu, assisti pela primeira vez um clássico entre Corinthians e Santos. Foi em 2006, quando ganhamos dos gambás por 3 x 0! Foi emocionante porque logo no início do jogo Fábio Costa se machucou e a torcida rival fez a maior festa. Então, Felipe entrou e calou a boca deles...o Tobogã "sacolejava" tamanha a euforia. Emocionante também pela aventura: eu estava sem carro e fui de ônibus, com meu sobrinho. O pior foi a volta para casa. Era uma quinta-feira e iria trabalhar no outro dia. Quando cheguei no Terminal da Vila Yara, divisa entre São Paulo e Osasco, o último ônibus estava saindo. Só que o destino era um outro bairro e precisei andar um bom pedaço, sozinha, de madrugada. Fui rezando pelo caminho, mas cheguei bem e felicíssima! rs.

GOL INESQUECÍVEL:

O do Léo, o terceiro, da final de 2002. Foi o momento em que nossa longa espera chegava ao fim.

RECADO AOS RIVAIS - na verdade, não é um recado. É o orgulho, imenso, de poder cantar:

"Sou alvinegro da Vila Belmiro

O Santos vive no meu coração
É o motivo de todo o meu riso
De minhas lágrimas e emoção..."



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