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13/03/2010 |
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ESSÊNCIA DO FUTEBOL
Santos de Dorival joga como antigamente e realiza sonhos!
Por Raoni David Nascido em 1984, cresci lendo sobre um futebol gostoso de se ver, ofensivo, abusado. Sempre mais preocupado com os gols, e não com os desarmes. Neste futebol, todas as equipes jogavam do mesmo jeito: o clássico 4-3-3. Ao mesmo tempo, jogadores daquela época se identificavam muito mais com as equipes, o que facilitava aos torcedores, memorizar as escalações. Era simples. A linha de quatro na defesa, três no meio de campo. Dois homens abertos nas pontas e um atacante dentro da área. Do meio pra frente, o único volante em campo, vestiria a camisa 5; o meia-direita a 8 e o meia-esquerda, sempre o craque do time, tinha a 10. O ponta-direita jogava com a 7; o do lado esquerdo tinha a 11 e o atacante de área, ostentava a camisa 9. Estes times, porém, estavam só nas linhas dos livros, ou seja, somente na história. Enquanto lia sobre os grandes times, imaginava-os, mas assistia ao Grêmio do técnico Felipão, com Dinho, Luis Carlos Goiano, Luciano, João Antônio, Adílson, Roger, todos ao mesmo tempo em campo, preocupados quase e tão somente, em destruir jogadas para depois Arce, Paulo Nunes ou Carlos Miguel cruzar para o Jardel e comemorar os títulos. Sem falar no tetracampeonato que comemorei demais. Chorei. O Santos estava na fila e me sobrava desfrutar das alegrias da seleção brasileira. Mesmo que com Aldair, Marcio Santos, Dunga, Mauro Silva e Mazinho em campo. Sem falar no time do São Paulo, tricampeão mundial. Lugano virou ídolo. Também, um time que tinha dois volantes, mais outros dois zagueiros, o da sobra tem mais é que pegar moleza mesmo. Mas era isso. O futebol estava fadado a não me deixar ver um time jogar da maneira que sempre sonhei ver. Sempre imaginei como fosse. Eis que contra o Naviraiense, só de ver a escalação, nem queria acreditar. Arouca estava lá, com a camisa 5, a de volante. O Marquinhos com a 8 ao lado do craque Ganso com a 10. Robinho vestiu a 7 e logo no primeiro gol fez jogada de ponta-direita. Neymar vestiu a 11 e foi lá por aquele lado que fez o gol mais bonito do jogo. André, vestiu a 9 e jogou como manda o figurino, ou como fez Vavá na Copa de 62, por exemplo, aproveitando as oportunidades que apareciam vindas das pontas, ou especialmente de Garrincha. E o time em campo, superou as expectativas e além de jogar bonito, conseguiu converter as possibilidades em gols. E sem forçar a barra. O ritmo de treino que o Santos empregou à partida, também era coisa daquele futebol de antigamente, quando equipes venciam na base da qualidade técnica, e não na força física ou velocidade. Naquele tempo, existiam jogadores e não atletas. Pelé talvez tenha sido o primeiro atleta, mas de tão gênio, conseguia ser as duas coisas. Em partes, este time santista tem conseguido também unir as duas coisas. Dorival tem dito que para desarmar jogadas, basta se aplicar, ser determinado. E isso os meninos da Vila têm sido, e mostraram na partida contra a Portuguesa. Por isso, o treinador tem confiado na escalação do time de forma clássica e ofensiva, pois armar jogadas, este time já mostrou que sabe, e demais. E vai repetir isso no clássico contra o Palmeiras, que promete ser um jogo maravilhoso, já que Antônio Carlos tem dito que seu time também precisa ser corajoso. Garante o técnico palmeirense que não deve entrar com três volantes ou três zagueiros. Os dois times vão buscar o gol, a essência do futebol! Não é comparação. Não quero aqui, colocar frente à frente Arouca e Zito; ou Pelé e Ganso; ou Mengálvio e Marquinhos. Não tem cabimento. Mas este time santista, tem feito coisas daquele memorável time da década de 60, seguramente o melhor time que o futebol já viu em todos estes anos. E isso não acontece somente dentro de campo. Mas na mídia também. Diz a história radiofônica nacional que o famoso canto que quase todas as torcidas entoam no estádio: - caiu na rede é peixe, lelea... Nasceu por causa do Santos, mas não pejorativamente, e sim pela vocação santista de marcar gols. Ocorre que mesmo na década de ouro do nosso futebol, as atenções das grandes rádios, principal veículo de comunicação da época, estavam voltadas para os times com as maiores torcidas. Mas, o Santos, melhor time do mundo, não poderia ser esquecido. Nem mesmo no Rio de Janeiro, cidade que sempre adorou e acolheu o time santista, lotando o Maracanã diversas vezes. Uma rádio da cidade maravilhosa, que sempre transmitia os jogos do Flamengo, colocava um repórter na Vila Belmiro, para acompanhar o jogo do Santos. E quando saía um gol – quase sempre santista -, o tal repórter interrompia a narração com um sonoro "tem Peixe na rede". Isso, porém, ocorria com tanta frequência, que chegava a atrapalhar a transmissão, e mais tarde virou bordão, e depois, pela criatividade do povo brasileiro, canto de torcida. Pois bem. Ao mesmo tempo que o Santos massacrava o Naviraiense, o Corinthians, time de maior torcida em São Paulo jogava pela Libertadores, grande obsessão da sua torcida, com transmissão da Globo, principal meio de comunicação do País, especialmente com seu monopólio no futebol. No canto da tela da Globo, quando um outro time faz gol, aparece uma bolinha. Mas como a concorrente Bandeirantes passava o jogo do Santos, a tal bolinha não aparecia. Mas como ignorar este time santista e o espetáculo que ele estava promovendo, mesmo que num outro canal? Impossível! Assim, contam os amigos corintianos que a todo instante a transmissão do jogo contra o Independiente Medellín era interrompida com: - e o Santos faz mais dois. Ou: - e o Santos fez mais três. Santástico!
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Escrito por Blog da Redação às 14h21.
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27/02/2010 |
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CLÁSSICO INESQUECÍVEL
Geílson marca, derruba rival favorito e Santos arranca para o título
Por Raoni David
Quando me preocupava mais em torcer que informar, preferia um milhão de vezes estar na arquibancada. Certamente, o confronto que me fez ir mais vezes ao estádio foi com o Corinthians. Também pudera, com a família toda alvinegra, dividida, este é o grande jogo em casa. Isso embora entenda que a rivalidade do Santos seja com o São Paulo, que é quem de fato nos afronta com relação aos títulos.
De todo modo, nas arquibancadas, vi muitos Santos e Corinthians. O primeiro jogo da minha vida num estádio, o Morumbi, 1 a 1 pela Copa Bandeirantes em 1994; as pedaladas em 2002; Fabiano matando o gavião na Vila em 2003; Tapia pegando pênalti no Pacaembu em 2004; Zé Roberto triturando no Pacaembu em 2006, com direito a gol de Leandro Diferenciado; e até gol antológico e dolorido de Ronaldo na Vila Belmiro no ano passado, eu vi!
Mesmo assim, no meu Santos e Corinthians inesquecível, estava em casa, rodeado por cerca de 20 torcedores rivais. Não faz tempo, e nem foi uma partida decisiva. Era a primeira fase do Campeonato Paulista de 2006. Mas se aparentemente não era um jogo que valeria taça, mais tarde soubemos reconhecer que aquele houvera sido a partida da arrancada para um título que não vinha há 22 anos.
A soberba rival era imensa, já que na última vez que as equipes se encontraram, na temporada passada, sofremos uma goleada estrondosa atípica. O time deles, campeão brasileiro da forma que sabemos como foi, não sofria muitas mudanças e seguia forte. Já o Santos oscilava muito na competição. Fato que acabaria após aquela partida, com uma sequência de seis vitórias e a liderança do campeonato alcançada.
Para começar o espetáculo, Luxemburgo entrou em campo com 12 jogadores em campo, confundindo de maneira patética o técnico Antônio Lopes, que coçando a cabeça, tentava entender o que estava acontecendo e instruir sua equipe. Fato é que Reinaldo iniciaria o jogo e Geílson – mal sabia ele o que estava por vir -, iria para o banco de reservas.
Iniciada a partida, tudo pronto para mais um massacre, certo? Errado! Cauteloso, o Santos tinha três zagueiros e um atacante, contra um time que tinha Ricardinho, Carlos Alberto, Tevez e Nilmar. Com isso era óbvio que seríamos acuados, mas era difícil passar por Maldonado, Fabinho, Domingos, Manzur e Luiz Alberto. Fábio Costa, de volta à Vila, pegava tudo!
Neto, pela ala-direita jogara como nunca e Kleber ainda vivia boa fase com a camisa santista. Tabata e Cleber Santana eram os homens de criação e Reinaldo a grande esperança. Mas, logo na primeira etapa, ele sentiu a contusão que lhe atrapalhou treinar a semana toda e Geílson – o iluminado entrou em campo. Odiado por uns, adorados por outros. Ruim de bola, mas com estrela. Este era Geílson com a camisa santista. Mal sabia ele, que aquela era a sua noite. Aliás, está aí algo que ninguém esperava.
Até porque o Corinthians atacava muito, e o ótimo Nilmar caído dentro da pequena área, quase debaixo do travessão, perdera ótima oportunidade no começo do jogo. Em outra oportunidade foi o próprio travessão quem ajudou o Santos. Ou seja, o gol corintiano era questão de tempo. Estava na cara isso. Só não via quem não queria. Ou só não via quem conhece o Santos. Quem é santista e não desiste nunca. Quem ficou desiludido com a maneira com que o rival conquistara o brasileiro da temporada de 2005, e lembrava de como seu time ganhou o de 2004. Contra tudo e contra todos!
Essa sensação de soberania corintiana aumentou quando o árbitro José Henrique de Carvalho deixou de marcar pênalti sobre Luís Alberto e ainda expulsou o zagueiro santista por reclamação. Eles eram superiores e ainda estavam com um a mais...
O desespero parecia tomar conta do time santista quando aos 33 minutos e oito segundos o zagueiro Domingos dominou pela direita e dois segundos depois deu um bicão. Ninguém poderia imaginar porém, que esta bola rifada viraria um ótimo lançamento para o esbaforido Geílson dominar com perícia aos 33 minutos e 12 segundos. O domínio do atacante santista, com a bola que havia acabado de tocar o solo e ganho velocidade, contra dois adversários, não foi dos mais fáceis. Com a perna direita, na ponta direita, Geílson deu um tapa na bola, tirando-a da direção do zagueiro Betão que estava à sua frente e escorregou pateticamente com o drible.
Com a bola passando entre os dois zagueiros corintianos, o atacante tomou o mesmo rumo e a seguiu. Marinho também seguiu os dois, mas não alcançara o atacante santista que deu o segundo toque na bola apenas quatro segundos após o primeiro e já à frente da meia-lua. O terceiro toque, dois segundos mais tarde, ou seja aos 33 minutos e 18 segundos já foi fatal. Bola tocada meio que de tornozelo, no canto esquerdo, sem defesa para o goleiro Marcelo.
Foram dez segundos, e não mais que cinco toques na bola que não só decidiram o clássico, mas também devolveu a dignidade ao torcedor santista. Tanto que Geílson, ao comemorar, corajoso, foi à frente da torcida rival imitar um mosqueteiro.
Eu? Bom... Devo ter feito muito mais coisas. Mas que me lembre, gritei tanto, chutei tanta coisa, dei tanto tapa em outras, inclusive no peito, no símbolo santista, que no outro dia não sabia explicar de onde vinha tanta dor. Garganta, dedão, peito e o dedinho cortado. Em casa, a mesa de plástico partida na tampa, de onde conseguira o corte no dedo.
Antes do fim do jogo Cleber Santana ainda cobrara uma falta forte, no canto do goleiro Marcelo que pegou a bola, mas só depois dessa ultrapassar inteira a linha do gol. A arbitragem, porém, prejudicara outra vez o time santista, ao não marcar o gol. Mas, desta vez, os erros e os acertos sempre com os mesmos, não conseguiram influenciar o resultado. Ficha técnica: Corinthians 0 x 1 Santos
Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi. Data: 12 de fevereiro de 2006 Competição: Campeonato Paulista Público: 33.450 Renda: R$ 444.090,00 Gol: Geílson, aos 33 minutos do segundo tempo
Corinthians: Marcelo; Coelho, Marinho, Betão e Gustavo Nery; Bruno Octávio (Élton), Marcelo Mattos, Ricardinho e Carlos Alberto (Roger); Tevez e Nilmar (Rafael Moura). Téc.: Antônio Lopes.
Santos: Fábio Costa; Domingos, Manzur e Luís Alberto; Neto (Wendell), Fabinho, Maldonado, Cléber Santana, Rodrigo Tabata (Léo Lima) e Kléber; Reinaldo (Geílson). Téc.: Vanderlei Luxemburgo.
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Escrito por Blog da Redação às 12h06.
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08/02/2010 |
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SENTA E AJOELHA
O clássico em fotos
Não é fácil a vida de fotógrafo. Muitos jogos, 90 minutos ligado nos lances, e sempre a mercê do clima que estiver fazendo, como o calor escaldante dos últimos dias. Mas, o resultado é recompensador, como algumas fotos do Sansão, vencido pelo Peixe:  Nós consideramos essa como uma obra de arte. Bola de um lado, goleiro caído, humilhado e sem reação do outro.
 Outro lindo "flagra" é a letra do Robinho, pra cima do, dessa vez ajoelhado, Rogério Ceni.
As fotos são da assessoria de comunicação do Santos Futebol Clube e de Ricardo Saibun.
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Escrito por Blog da Redação às 16h23.
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01/02/2010 |
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NEYMAR, GANSO E CIA.
Conheça a nova geração do Santos: Meninos da Vila - O ataque dos clones
Conforme anunciamos no Santista Roxo, o nome "Ataque dos clones" é o preferido da maioria dos santistas para representar a nova geração de Meninos da Vila. Isso por que é um novo Robinho e um novo G10vanni que surgem no Santos. Baseado nisso, já começamos a receber as primeiras artes dos talentosos torcedores do Peixe. Pra começar, a contribuição do Ronaldo Paiva, nosso famoso RPN: 
Além disso, também temos um wallpaper para ilustrar a tela do seu computador. Clique para baixar!
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Escrito por Blog da Redação às 01h27.
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12/01/2010 |
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FELIZ ANO NOVO
Santista Roxo volta com blogs interativos e começa 2010 com o pé direito
Após o recesso de fim de ano e, feito o planejamento do site para 2010, voltamos com algumas novidades para o internauta do Santista Roxo. Nosso mais novo jornalista é o Raoni David, de São Paulo/SP, que já está cobrindo com total competência o dia-a-dia do Santos e levando informações exclusivas a você. Seja bem-vindo, Raoni! Outra novidade importante é o retorno de alguns blogs interativos do Portal. O Blog do Torcedor, que é atualizado pela nação alvinegra, marcou hoje (12) o seu retorno, com um belo texto motivacional enviado por um santista apaixonado de São Paulo/SP, confiram: www.blogsantista.com.br/torcedor. Outro blog recentamente atualizado é o nosso querido blog das Sereias, delírio dos santistas roxos. A Talise Mendes nos enviou lindas fotos, conheça a garota: www.blogsantista.com.br/sereias. Agora, por fim, fica um pedido: você tem um cachorro, gato, papagaio, peixe...? Não importa o bicho, tem que ser santista. Estamos esperando fotos e histórias curiosas sobre o seu animal de estimação, pois o Blog do Garu está retornando! O contato com o site, você já sabe qual é: cadastro@santistaroxo.com.br ou bruno@santistaroxo.com.br Esperamos por vocês. Abraços!
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Escrito por Blog da Redação às 18h00.
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19/10/2009 |
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BLOGUEIROS AMIGOS
Kako Ferreira dá show na Rádio Santista; Mauro McFly volta à ativa com blog na Tribuna
Há dois meses, Kako Ferreira é o titular do Blog do Torcedor no portal GloboEsporte.com. No último final de semana, ele foi o convidado especial da Rádio Santista e fez jornada dupla: comentários abalizados e divertidos tanto no empate contra o Barueri por 0 x 0 como no título das Sereias da Vila, que conquistaram a Libertadores feminina no domingo.
O problema é que o restante da equipe adorou e Kako agora terá que aparecer sempre!
----- Nesta segunda-feira, estreou o novo portal do jornal A Tribuna, de Santos. Entre os destaques, uma melhor cobertura do Santos FC online e o retorno do blogueiro Mauro McFly à Internet. Mauro assina o Blog do Santos na Tribuna.
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Escrito por Blog da Redação às 11h32.
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15/10/2009 |
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BAGUNÇA ADMINISTRATIVA
Festa em Atibaia mostra a falta de comando no Santos
Matéria do Estadão, dia 8 de outubro, sobre a concentração do Santos em Atibaia "Sua intenção (do técnico Vanderlei Luxemburgo) é manter os jogadores unidos, sob a sua vigilância e longe da pressão que vinham sofrendo em Santos" No UOL, 9 de outubro "Não estamos fugindo para Atibaia. O Santos tem um grande hotel, mas preferirmos ficar esse período em Atibaia até o jogo contra Vitória para ficarmos todos juntos. Unir o time", disse Luxemburgo. "Não tem crise. É apenas uma forma de unirmos forças para esta reta final do Campeonato Brasileiro", disse o diretor de futebol Adilson Durante Filho Não sabemos se, na prática, a união produziu efeito. Mas que o pessoal se divertiu bastante na balada e no hotel, não temos dúvida alguma. Tudo isso sob a jurisdicão do técnico Vanderlei Luxemburgo, que, por suas declarações, parece não estar treinando o Santos. Por um lado, se comporta como técnico do Palmeiras, dando seguidas declarações querendo uma parte do possível título do rival (que está longe de ser campeão brasileiro); por outro, parece já estar com a cabeça no Internacional. Enquanto isso, o rendimento do time não melhora, os reforços chegam, as contusões musculares se sucedem e o custo-benefício do elenco se mostra como o pior da série A do Campeonato Brasileiro. O fato em Atibaia retrata a bagunça em que se transformou o Clube. Sem comando na presidência, na diretoria de futebol ou na comissão técnica.
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Escrito por Blog da Redação às 07h26.
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11/10/2009 |
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CONTAS
Vitória na segunda-feira pode levar o Santos à sétima posição; elenco quer prêmio por G4
Com os jogos deste sábado, pelo Campeonato Brasileiro, o Santos voltou à décima-terceira colocação: são 39 pontos em 28 partidas. Se vencer o Vitória na segunda-feira, às 16 horas, em jogo realizado no Pacaembu, o Peixe pode chegar à sétima colocação. Basta que o Cruzeiro não vença o clássico contra o Atlético MG e que o Avaí não vença o Botafogo, fora de casa. Se a combinação de resultados acontecer, o Peixe chega a 46 pontos e fica a 6 do G4 faltando 9 rodadas a serem disputadas, ou seja, 27 ponto.
O grupo parece confiar na possibilidade, tanto que o técnico Vanderlei Luxemburgo é porta-voz do grupo numa discussão delicada com a diretoria: o prêmio para a classificação para a Libertadores. "Ainda não falamos em dinheiro, mas o Vanderlei conversa com o presidente e está buscando o melhor para o grupo", confidenciou o volante Rodrigo Souto. Detalhe: o Santos tem uma das mais altas folhas salariais do País, que gira em torno de R$ 3,5 milhões mensais. "Temos de estar focados nas vitórias, mas é lógico que não podemos ser hipócritas. Dinheiro é sempre bom", conclui Souto. Espera-se que o elenco, a partir de agora, passe a ser digno de qualquer premiação ao final do Campeonato. Porque até agora estão todos devendo à torcida. --- Teve gente que chiou com o post abaixo, sobre Luxemburgo. Parece que existe uma religião para algumas pessoas, o Luxolicismo. Contestá-lo é pecado, para estes fiéis apóstolos. Só vale elogiar. Se fizer uma crítica, os caras vêm com aquela máxima pentelha: "bom é o outro que saiu". Pedimos perdão pela heresia, então.
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Escrito por Blog da Redação às 01h25.
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09/10/2009 |
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FOCO
Luxemburgo, por favor: chega de falar no Palmeiras!
Vanderlei Luxemburgo precisa pensar mais no Santos. A todo o momento, fica lembrando do Palmeiras, o que já torrou a paciência do torcedor santista. "O Belluzzo chegou falando em modernidade, mas tomou uma atitude retrógrada, como ocorria com os dirigentes de antigamente. Um cara que se diz democrático ficou chateado pela declaração que eu dei. Aí demitiu um funcionário no meio do contrato. Não falei mais com o Belluzo. E nem tenho o que falar. Só digo que ele teve atitude de dirigente do passado", disse o técnico ontem. Antes, já havia criticado a torcida Mancha Alviverde e pedido um quinhão de crédito pela atual fase do Palmeiras. Alguém precisa avisar o técnico que ele está no Santos. O Palmeiras seria importante se tivesse sido derrotado em plena Vila Belmiro pelo Peixe, há alguns dias.
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Escrito por Blog da Redação às 13h18.
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29/09/2009 |
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SÔNIA NEVES
Zeca Baleiro critica diretoria do Santos
A querida blogueira e amiga Sônia Neves, maior fã do Ze Baleiro em todo este mundo, indicou e estamos publicando aqui no Blog da Redação vídeo que mostra o músico falando sobre vários assuntos, entre eles o Santos. E com uma crítica à diretoria santista.
Confira!
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Escrito por Blog da Redação às 10h40.
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