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13/01/2010 |
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ANO NOVO
Um recomeço
Estamos perto de mais um início de temporada. As novidades no nosso Santos são grandes, como todos podem ver. Temos a volta de Giovanni, o grande craque do passado, e contratações para zaga, lateral e meio campo, porém sem nomes de peso. Mais uma coisa está me intrigando no momento: Será que 2010 será melhor que o ano passado? A nova diretoria já está lá. O novo técnico também. Tudo diferente, para este novo ano que se inicia. Temos a disputa do Paulistão para colocar o time nos eixos e poder entrar forte nas duas competições que realmente importam: Copa do Brasil e Brasileirão. Vemos um Corinthians bem reforçado, com nomes de peso e jogadores de nome no elenco. Vemos um São Paulo mantendo a base e se reforçando na peças básicas de sempre. São os dois mais fortes do Estado no momento, portanto, as duas equipes a serem batidas. É complicado definir um campeão no começo de um campeonato, mas podemos apontar os favoritos. Giovanni disse em sua apresentação que o Santos é o maior candidato a ganhar a competição estadual. Concordo, mas somente porque as duas equipes mais fortes estão focadas na disputa da Libertadores. Acho que dá Palmeiras e Santos nas primeiras colocações, com alguma grata surpresa do interior na cola. Voltando ao nosso elenco, preferiria que o Fábio Costa não jogasse pelo Santos este ano. Sei que ele é o grande ídolo de muitos, mas sua fase já terminou no Peixe e, tirar ele dali mostraria que ele não é o “Deus” e “dono do time”. Um time com jovens, com a disposição do Paulista do ano passado, é o necessário. Domingo é dia sagrado de novo. O Santos entra em campo mais uma vez e em busca de um título. A partir de agora, o que nos resta é torcer.
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Escrito por Rafael Rego às 17h29.
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02/12/2009 |
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ELEIÇÕES
O senso do rídiculo
Li uma matéria no site do Lance que me deixou indignado. O até então presidente do Santos Futebol Clube, o Sr. Marcelo Teixeira, deu uma declaração que me deixou muito triste. Como pode um cara desses rebaixar o nosso time tanto assim? Como pode uma cara que se diz tão santista dizer que não temos forças para voltar no mesmo ano para a primeira divisão, caso um dia viermos a cair? Nos colocar inferiores a times como Corinthians, Botafogo, Vasco, Atlético Mineiro, Grêmio e Palmeiras é inadmissível. Ele é o presidente do clube, o cara que mais devia confiar no time e em seus comandados.
O medo de perder as eleições do dia 05 de dezembro está fazendo ele caducar, só pode. Ele só pode estar fazendo comparações com Vasco e Corinthians, que assim que mudaram seus presidentes, caíram para a segunda divisão.
Uma das piores jogadinhas dele no provável fim da Era Teixeira.
Eu, que não voto, mas tinha uma idéia em mente que ele poderia continuar na presidência do Clube, mudei de opinião agora. Estou muito triste com esse tipo de pensamento dele. Me decepcionou completamente.
Guardemos essa declaração caso nosso time caia no ano que vem e ele esteja reeleito. Vamos ver o que ele vai dizer. Duvido que ele não mude esse pensamento rapidinho.
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Escrito por Rafael Rego às 14h07.
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17/11/2009 |
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2009
Fecha a conta e passa a régua
“Fecha a conta e passa a régua”, acho que essa frase resumiria muito esse ano do Santos, que graças a Deus chega ao fim sem estarmos correndo risco de rebaixamento. Um ano que começou promissor, com nosso time chegando na final do Paulistão e que está terminando com o time depois da metade da tabela. Chega a ser ridículo admitir que estamos nessa draga. Penso que algumas peças podem ser reaproveitadas para o próximo ano, desde que queiram jogar de verdade. Também acho que nada vai ser resolvido antes das eleições, que acontecem em 5 de dezembro próximo. Esse é um post pequeno, assim como o futebol apresentado pelo nosso time. Escreverei em breve mais sobre o Santos e me desculpem pela falta de atualizações. Não esqueci desse blog, não!
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Escrito por Rafael Rego às 03h57.
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24/09/2009 |
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FUTEBOL FEMININO
Calan se machuca
Acabei de conversar com a zagueira Calan, do nosso time feminino, e ela me informou que torceu o tornozelo. Ela está fazendo tratamento de fisioterapia em dois períodos e o prazo de recuperação é de dez dias. Ela não viajou com o grupo, que nesta quinta-feira enfrenta o Cresspon, em Brasília, pela Copa do Brasil. "Estou fazendo de tudo para voltar semana que vem", declarou a zagueira. Perguntada sobre o risco de perder a Copa Libertadores, Calan é precavida. "Estou fazendo o máximo para me recuperar. Espero que consiga", completa. _____________________________________________ Força, Calan. A torcida santista está com você!
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Escrito por Rafael Rego às 14h39.
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09/09/2009 |
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INDIGNADO
A apatia e a soberania
A interferência da Globo no futebol me dá nos nervos. É horrível ficar mais de uma semana sem ver o Santos jogar. Ficamos sem muitas notícias sobre o time, sem novidades, aliás, faz tempo que não acontece nada de novo e bom na Vila. Olhando no site do globoesporte.com, podemos observar um reflexo disso. Matérias e mais matérias sobre dados estatísticos do nosso time enchem as páginas do portal. Outro dado, nem tão relevante que podemos notar, é a falta de material novo deles em relação ao Peixe. É a quarta vez que eu vejo a mesma foto do Kleber Pereira estampando a página principal do Santos. Tudo bem que pode parecer que eu estou com aquela crise de perseguição em cima do Santos, mas, do mesmo jeito que eles não têm assunto para falar do Santos, eu não tenho muito a comentar sobre o nosso time. Eles fizeram com que isso acontecesse, com a gana dos interesses financeiros, transferindo o jogo contra o Corinthians para quarta-feira passada. Jogo esse que não vale a pena comentar a apatia do nosso time no segundo tempo. Minha indignação com o time, o nosso futebol estar vendido, com os interesses de a TV ser maiores que o da massa vão ser difíceis de passar.
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Escrito por Rafael Rego às 15h56.
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19/08/2009 |
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SANTOS X GRêMIO
A palhaçada de sempre não dá
No jogo passado houve um certo tumulto de torcedores arquibancada querendo invadir o setor do retão dos sócios. Alguns conseguiram pular a catraca que divide a arquibancada da Sangue com o retão e passaram pelos fiscais. Porém, após a chegada da Polícia, a situação se acalmou. Muitos torcedores gritavam querendo invadir um setor que não era de direito deles. Gritar não é a melhor solução, força bruta também não é. Eu estava muito perto do ocorrido, para ser mais exato, bem do lado. Vi como tudo ocorreu, quem conseguiu invadir e a cara do pessoal querendo pular. Algumas pessoas tentaram usar o apelo de estar com criança para conseguir algo. Sem sucesso. Isso foi um ato falho dos torcedores. Agora vejamos o que aconteceu. A vila encheu porque era promoção. Muitas pessoas não acostumadas com o novo esquema da Vila, pois não vão ao estádio direto, acharam no direito de usufruir algo que não é de direito. Falta de informação não é, pois logo na bilheteria são distrubuidos folhetos indicando os setores que a Vila possui. A diretoria falhou em alguns pontos que já discutimos antes, porém não é falta de aviso. Uma das soluções, na minha visão, é colocar o estádio todo como sócio. Não temos um estádio com grandes proporções, portanto associa tudo e vai ao estádio quem paga mais. Não é isso que dizem? Que o Santos precisa de lucros? A grandeza da ignorância humana nos faz agir assim.
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Escrito por Rafael Rego às 12h10.
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03/08/2009 |
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KLéBER PEREIRA
Falta o que nesse cara?
Um final de semana sem o Santos é um final de semana triste. É horrível. É uma agonia sem tamanho ver todos os times jogarem e o Santos não. Culpa do Inter, que foi jogar esse torneio de um jogo no Japão, ou seja: fazer turismo. Podemos dizer que essa paralisação poderá trazer benefícios, pelo fato de termos mais tempo para treinar e enfrentar nesta quarta-feira (05) o Coritiba, em Cascavel. Desculpa barata. Não vi um jogo que essa paralisação nos trouxe algo de bom. Normalmente, voltamos acomodados e penamos para vencer um jogo. Ainda bem que nessa região do Paraná temos uma grande torcida e será uma boa para o pessoal de lá acompanhar o Peixe de perto. Mas esse papo não é muito interessante não. Vamos cornetar mais um pouco. Cornetar com consciência, falando algo ao menos que tenha cabimento. No último jogo eu não pude postar. Mas uma coisa que não sai da minha cabeça são os gols perdidos pelo atacante Kleber Pereira. É um absurdo. Como um cara que ganha R$ 180 mil por mês não consegue chutar um bola correta no gol? Numa jogada de triangulação do ataque santista, o KP recebeu uma bola cara-a-cara com o goleiro do Náutico. Sim, vimos o arqueiro alvirrubro teve uma boa atuação naquela noite, mas o nosso centroavante conseguir chutar a bola nas mãos do goleiro. Não sabe finalizar, Pereira? Não treina chute a gol? Pô... Quando eu ainda fazia escolinha de futsal eu treinava arduamente esse quesito e, com uns 12 anos, garanto que chutava melhor que qualquer bola que você anda chutando atualmente. Sabemos que você sabe jogar e fazer gol. O que custa jogar um pouco melhor? Tá faltando proposta da Arábia? Outro problema do KP é o posicionamento. No lance do gol do Neymar, Pereira era o ultimo homem com possibilidade de receber a bola, atrás do goleiro e do zagueiro. Será que ele esperava que a bola chegasse ainda no seu pé? Não sei o que está falando nesse cara, se é condicionamento físico ou vergonha na cara. Deixei o desabafo. 
Toninho do Diabo: http://2.bp.blogspot.com/_MHjQ7UsiS28/Sc47T-3Sc0I/AAAAAAAAABg/2UK8syAV5JI/s320/untitled.bmp Nota: Este post eu dedico ao meu tio, o fanático santista Silvio Cicconi Junior, que faleceu em Sorocaba na última quarta-feira (29). Meu tio morava em Peruibe e trabalhava na Câmara de Vereadores da Cidade. Muito obrigado, Tio. você foi um dos responsáveis por me fazer gostar do Santos.
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Escrito por Rafael Rego às 17h44.
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26/07/2009 |
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SANTOS 1 X 2 FLAMENGO
Continua jogando na retranca em casa pra ver no que dá...
Num domingo repleto de clássicos na rodada do Brasileirão, Santos e Flamengo foi apenas um jogo frio na Vila Belmiro. Uma das maiores rivalidades do futebol nacional, pelo fato dos dois clubes serem repletos de história, títulos e ídolos, o jogo não correspondeu aos tempos áureos de ambas as equipes. Os 10000 pagantes que compareceram ao estádio presenciaram um jogo truncado, com poucas chances de gol. Por falta de dinheiro, eu não fui a esse jogo. Sim, eu sou sócio, mas não iria adiantar eu passar a carteirinha e depois não ter dinheiro para pagar ao clube. Seria mais um prejuízo para nós (eu e o clube). Preferi ficar em casa e assistir a esse clássico debaixo de uma coberta e tomando uma cerveja com meu pai. Posso parecer corneta, reclamando sem ao menos ter isso ao estádio acompanhar meu time, mas é impressionante o modo que a torcida do Santos age antes e depois do gol sair. Antes, a Vila parece um deserto, sem ninguém cantando, a não ser a Jovem e a Sangue. O retão, agora dos sócios, é um festival de “senta”, como eu mesmo presenciei na última quarta-feira (dia 22, Santos 1 x 0 Atlético Paranaense). Ninguém torce ali, só sabe xingar os jogadores. Quando o Peixe faz algum gol, vem aquele momento de empolgação. Gritam e esperneiam o nome do Santos como se fosse a última coisa que pudessem falar na vida. Depois que tomamos o empate, o Estádio volta a ser o que era. Chega dar nojo. Mas vamos falar do jogo que é o que realmente importa. O Santos entrou em campo num esquema tático completamente diferente do que começou jogando na última partida: com cinco caras no meio, sendo três volantes e dois meias ofensivos. Madson, que no jogo passado fez uma espécie de ponta, junto com Robson, nessa partida fez o papel de meia armador com Paulo Henrique. Os dois tentaram munir o atacante Neymar, que desta vez foi como trombador, sendo que nem força para tal tarefa tem. Nossas laterais não apoiaram. Léo e Pará não passavam sequer do meio campo. Foi a partir desse instante, da forma errada que entramos em campo, que percebi que não conseguiríamos muita coisa nessa partida. Sei que não sou nenhum mestre em fazer táticas. Não tira sarro. HUAUHUAHUHAUHAUHA Na minha humilde opinião, de um cara que não recebe R$600 mil por mês, o time deveria ter saído com: R. Souto, Germano, PH Ganso, Madson, Neymar e André/Thiago Luis. Mas agora já era. Não adianta chorar sobre o leite derramado. O primeiro tempo foi sofrível. Nada de concreto surgia para ambas as equipes. Já no segundo tempo, entramos com a mesma equipe e a mesma falta de vontade. Graças a uma defesa milagrosa do tão contestado goleiro Felipe, não tomamos um gol de Adriano aos 15 minutos. Depois disso, Luxemburgo fez duas alterações. Entrou Thiago Luis no lugar do Neymar, e entrou Robson no lugar de Brum. Não foi nada mais que obvio tirar um volante e colocar um meia atacante, já que estávamos empatando em casa. Com isso, voltamos praticamente com a formação do jogo passado, com Madson e Robson pelas pontas, só que o segundo caindo um pouco mais pelo meio. E foi assim que surgiu o gol de nossa equipe. Após uma roubada de bola de Germano, PH tocou para Robson que, de fora da área, fez o primeiro gol da partida. Gritei feito um louco em casa, mais para competir o timbre de voz com o meu vizinho que é palmeirense fanático e infernizou minha vida hoje com vários berros de gol. Mas havia algo de errado na defesa. Poucos minutos depois, após uma falha de marcação, Adriano, com uma pancada de fora da área e um peru de Felipe, empatou o jogo. A partir daí foi um Deus nos acuda. O Santos queria fazer um gol de qualquer forma e conseguir uma vitória em casa. E foi numa dessas subidas que o Flamengo conseguiu armar um contra ataque pela direita e com um gol contra de Pará virar o jogo. Foi a primeira vitória do Flamengo em 33 anos na vida e a vitória para comemorar a milésima partida do Clube no Campeonato Brasileiro. Nós mesmos fizemos a nossa própria armadilha. Armamos uma equipe para jogar na defesa em casa. O erro partiu daí, e o restante, foi conseqüência.
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Escrito por Rafael Rego às 20h24.
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23/07/2009 |
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NãO FOI AQUIIIIIIIIIIIIIIIILO
Mas foi bom
É... O time mudou. Não somente na postura dos jogadores em campo, que demonstraram um pouco mais de vontade, mas na parte tática. A primeira mudança que pudemos notar foi no meio campo. Paulo Henrique saiu, e o Wanderley Luxemburgo apostou num esquema de três volantes, sendo que dois deles se revezavam na armação das jogadas de ataque. Rodrigo Souto e Germano tentaram fazer uma função que não é forte deles. Eles não foram tão mal, isso é verdade, mas não era o que o time do Santos precisava no momento. Precisávamos de um cara que colocasse a bola pra rodar no setor, com passes precisos, munindo o ataque. Por mais que na teoria Madson seja um meio campista, hoje ele não exerceu essa função taticamente. O baixinho fez uma espécie de ponta, junto com Robson. Os dois alternavam bastante as posições, mas onde deu mais certo foi o Madson ajudando o Léo na esquerda, pois fazia o papel dele, poupando o lateral de muitas subidas. Porém, o ponto fraco dessa posição foi que o Luizinho teve de jogar com o Robson. A parceria não deu muito certo, fazendo com que os dois ficassem muito presos e as funções que fariam não ficaram bem definidas por eles. No ataque, Roni fez um bom papel. Sempre fechando nas bolas, aparecendo pro jogo e ajudando seus companheiros, foi de grande importância para que o Santos chegasse ao gol. Entre os zagueiros, outra mudança significativa foi a inversão da posição do zagueiro Fabão, que nessa partida atuou pelo lado esquerdo do setor. Domingos foi um cão de guarda nessa partida ao marcar o morto Rafael Moura. Creio que ele fez o que o técnico pediu, mas seu afobamento o deixa perdido em alguns lances. No intervalo Luxemburgo mudou. Colocou Paulo Henrique Ganso no lugar de Roberto Brum e Neymar no lugar de Robson. Com essas alterações não houve mais a necessidade dos volantes armarem as jogas e nem dos “pontas” intercalarem posições. O time ganhou mais mobilidade. Confesso que uma coisa que me preocupava era o Germano e o Souto jogarem juntos como volantes, sem um primeiro volante de oficio na retaguarda. Mas ainda bem que deu certo. Souto fez o primeiro volante, enquanto Germano saía carregando a bola. Foi uma grande aposta que deu certo. Ganso deu o toque de classe que o meio campo precisava e assim conseguiu fazer a bola chegar ao ataque e aos pontas. Pará entrou no lugar de Luizinho e deu mais velocidade na lateral direita. E foi uma jogada pelo meio, que Roni recebeu e tocou para Neymar que entrava por trás da zaga e conseguiu marcar o primeiro e único gol do jogo, acabando com meu nervosismo. Vencemos. Mas não pensem que fiquei satisfeito com isso tudo. Vi também que precisamos de jogadores que cheguem para ser titulares. Dar medo nessa cambada que está aí. Não sei se essas contratações virão mesmo, mas eu quero um, time competitivo nesse Brasileiro. Não é só o técnico que faz o time. PS: Sei que ando meio ausente do blog, não escrevendo muito. Mas é que estou participando da cobertura dos Jogos Regionais, em Santo André, e acabo não tendo muito tempo para me dedicar ao blog. Mas isso está acabando. Até consegui ter tempo de ir à Vila. Um abraço a todos que lêem este blog.
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Escrito por Rafael Rego às 01h37.
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16/07/2009 |
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VAI JOGAR QUANDO?
Quero o meu Santos de volta
Sim, fazia um tempo que eu não escrevia aqui. As más atuações do nosso time fizeram com que eu perdesse o gosto de escrever sobre ele. Não saía uma palavra sequer de meus dedos e de minha mente sobre o Santos. Nem um ato de protesto eu consegui escrever, tamanha a perplexidade que eu estou diante a situação que nos encontramos. Sinto uma dor profunda no peito só de pensar no futuro de nosso time. Antes de ir ao jogo de hoje me senti confiante. Tinha um bom pressentimento em relação à partida e pensava que iríamos ganhar. Pena que não sou um bom vidente. Cheguei à Vila Belmiro e encontrei meus amigos. Todos com o mesmo pensamento que eu: "Ou vai ou racha". Seria o dia de cornetar, de xingar os jogadores, cobrar melhores atuações. Logo quando o Baleia VII chegou ao estádio começou a nossa saga. Fomos à porta do vestiário, ao lado do ônibus exercer nosso papel de torcedor que quer o bem do time. Cobrando, gritando. (Edmar, hoje você foi foda). Entramos no estádio quando o hino nacional estava tocando. Sinto lhes dizer, mas não respeitamos o hino. Chegamos gritando com os jogadores, este era o dia de extravasar tudo o que estava guardado desde a derrota contra o Vitória. Colocamos nossos narizes de palhaço, afinal, pelo que os jogadores e a diretoria pensam, só tem palhaço torcendo pelo Santos. Foi aí que o jogo começou. Quem dera não tivesse começado. O Santos mais uma vez jogou mal, mas mal mesmo. Daquelas atuações da pessoa que foi assistir pedir o dinheiro de volta e ainda cobrar o clube por ter ido assistir. O nosso digníssimo lateral Wagner Diniz foi uma mãe para o Barueri. Todo mundo deitou e rolou no setor dele e foi por ali que surgiram os gols de nosso adversário. Para não dizer de nosso centroavante que mais uma vez foi um coadjuvante nessa partida. Primeiro tempo terminou Santos 1x3 Barueri. UMA VERGONHA Sabe o que passou na minha cabeça quando estava no intervalo? A derrota no ano passado para o Atlético Mineiro na Vila. Aquela da queda do Cuca, da guerra em volta do estádio e tudo mais. Agora, depois de acabado o jogo imagino a bronca que o Serginho Chulapa deu no intervalo. Do jeito que ele é calmo e sutil como um rinoceronte, penso na cara dos mercenários jogadores ao chegarem para descansar. Na volta do intervalo o Santos voltou um pouco melhor. O Luizinho foi até bem substituindo o Diniz e deu mais mobilidade ao time. Entraram Robson e Neymar no time, para a saída de Roni e Fabão. A intenção do Chulapa no momento da substituição era colocar o Roberto Brum na zaga junto com o Domingos, mais creio eu que ao decorrer da partida, com o cansaço de Rodrigo Souto, Brum se adiantou um pouco mais e o Souto fez seu papel na zaga. Diga-se de passagem, que até foi bem. O time estava criando, mas faltava um pequeno detalhe. Esse detalhe que nem faz a diferença numa partida de futebol. O gol. O tempo passava e o gol não vinha. O desespero tomava cada vez mais conta do semblante de cada santista na Vila Belmiro. Foi então que no bate rebate de uma falta de dois lances dentro da área que Robson fez o gol. Só faltava um para empatar. E ele veio muito custo depois. Aos 43 minutos do segundo tempo, Luizinho cruzou da direita e Neymar marcou o gol de cabeça. Enfim empatamos o jogo. Um peso a menos na consciência. Mas quem lê esse post pensa que saí satisfeito com o resultado na Vila Belmiro. É CLARO QUE NÃO. É inadmissível o Santos correr atrás de empate dentro de casa. Tomar sufoco no alçapão, como diria minha vó, é o Ó DO BOROGODÓ. É uma humilhação ouvir torcedor, como ouvi muitos, se dizendo satisfeito com o resultado de hoje. O que nos resta é protestar. Assim como muitos torcedores fizeram hoje na Vila. Eu e minha turma fizemos nossa parte. Fomos de nariz de palhaço. A Sangue ficou parte do jogo virada de costas pro campo. A Jovem cantou em protesto. O retão...ahh...o retão como sempre reclamou mais de quem ficou de pé e nem prestou atenção no jogo. Mas sinto que parte da torcida já fez sua parte e pode fazer muito mais. Vamos ajudar a tirar o nosso Glorioso dessa draga. Isso não é coisa que santista deve passar. A imagemda noite é esta: Foto Uol Esporte
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Escrito por Rafael Rego às 02h12.
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