Atenção, atenção! Mudança de última hora no Sambódromo!
Um conceituado jurista conseguiu uma liminar e alterou o estatuto da Liga das Escolas de Samba. Com isso, o Bloco Unidos da DIS-Córdia vai desfilar. E é... Agora!
Olha a Unidos da DIS-Córdia aí gente!!!!
Vem de lá a comissão de frente, se aproximando das cabines.
A fantasia salta aos olhos: chama-se "Testemunha de Defesa", homenagem ao grande patrono que lutou pela Unidos ao longo de sua história, contra tudo e contra todos.
Mas opa... peraí... a coreografia é polêmica. Tá parecendo "dancinha" de jogador de futebol, pô!
Perguntando pelo repórter, em plena concentração, o coreógrafo se defende:
- Temos direito a 25% dos direitos sobre quem inventou a dança. Tá aqui no contrato ó...
O repórter nem tem tempo de conferir. O carro abre-alas já apontou na avenida e pede passagem.
Repleto de mística oriental, a imponente alegoria "Negócio da China" abre caminhos para o desfile. Decorada com pepinos, traz no alto, como destaques, os internacionalíssimos Sebastián, Michael e Mariano. Eles até que se esforçam para cantar o samba-enredo, mas o sotaque paraguaio deixa a harmonia da escola apreensiva:
Gracias, DIS-Cordia - ô ô!
Un grán negócio se faz así
Deixa eles hablarem, pués
Fué bueno para mim y para ti
Paciência, paciência. Ainda tem muita escola prá passar. E, ademais, as alas que vem em seguida são embasbacantes.
Esbanjando no dourado, "Balancê Financeiro" fascina pela estética abstrata. E a ala "Contas Bloqueadas", então? Feita com papel reciclado de guias de INSS. Que efeito visual!
É inacreditável.
Justo hoje, véspera da estreia na Libertadores, justo quando restavam só dez dias para sua volta aos gramados, Paulo Henrique Ganso muda de endereço.
Sim. A sirene está soando no famigerado imóvel s/nº da Marginal Tietê e o ex-Menino da Vila recebe, das mãos do recém-aposentado Ronaldo, uma outra camisa alvinegra de número 10.
A torcida santista, inconformada, sofre como poucas vezes se viu, em 99 anos de história.
Pelo Twitter, enquanto voa do Peru para a Venezuela, Neymar acompanha tudo. Está atordoado. Não tem nem coragem de contar a novidade para Alan Patrick, Alex Sandro e Danilo. Palavras lhe faltam.
O cordão dos atônitos é ainda maior.
Até o pessoal da DIS – vejam só – está constrangido. Uma transferência de Ganso para o exterior, no futuro, seria muito mais vantajosa, inclusive para a imagem do jogador.
Além disso, graças ao testemunho favorável do ex-presidente do Santos na Justiça, o grupo acabou de receber os valores pendentes das transações de André e Wesley. Ou seja, está com o cofre cheio.
O Santos, infelizmente, não pode dizer o mesmo. Na semana passada, o clube teve suas contas bloqueadas por outro processo: o que diz respeito aos polpudos empréstimos feitos pela gestão anterior, junto ao colégio de sua propriedade.
Perdendo Ganso desta maneira, sem poder honrar qualquer compromisso por ordem judicial...
O ano de 2011, que havia começado tão promissor, agora caminha para um desfecho trágico.
Nas padarias da cidade e no Twitter, a habitual boataria já aponta para um rumo certo: a série B em 2012. Tanto é que uma certa rádio e um certo programa de TV regional não param de repetir uma famosa declaração do tal ex-presidente, feita durante sua última campanha:
- Se o Santos não for administrado da nossa maneira, não terá forças para voltar da Série B...
- Se o Santos não for administrado da nossa maneira, não terá forças para voltar da Série B...
- Se o Santos não for administrado da nossa maneira, não terá forças para voltar da Série B...
- Se o Santos não for administrado da nossa man...
(...)
Uma breve impressão sobre a adaptação das correntes políticas
do clube, um ano após a inversão de papéis determinada pelas urnas.
Nove anos se passaram até que a Resgate pudesse colocar em prática no Santos as ideias que motivaram sua criação, em 2001.
Ideias que foram maturadas ao longo de cinco campanhas e discutidas não só entre os resgatistas, mas democraticamente por santistas de todo país, por meio do Portal Santista Roxo e, mais recentemente, das redes sociais incorporadas ao nosso conteúdo.
Não à toa, algumas delas foram aproveitadas pela antiga gestão, principalmente no que se refere a patrimônio e marketing. Ou melhor, sub-aproveitadas. Afinal, em meio a tantos desmandos e inoperância, nenhuma delas poderia ter sido executada em sua plenitude.
Há um ano porém, como se sabe, a eleição inverteu os papéis. E o profissionalismo chegou à Rua Princesa Isabel a passos largos.
A posição referencial retomada dentro e fora de campo resultou numa visibilidade ímpar e extremamente positiva para o Santos em 2010. E, por certo, ainda há muito a se avançar neste 2011.
Com a iminente aprovação do novo Estatuto, por exemplo, o clube estará pronto para uma saudável oxigenação política e, ao mesmo tempo, resguardado em relação a sua saúde financeira.
E pensar que o ex-presidente declarou, sem pressões, no conforto da emissora de TV de sua família, que se o Santos fosse administrado de outro modo que não o seu, "não teria forças nem para voltar de uma queda para a série B".
Felizmente, como se vê hoje (mesmo quando não se quer ver), há outro modo de se gerir o Santos, sim. Com a grandeza e a dignidade que ele merece.
Assim como também há boas maneiras de se desempenhar o papel fiscalizador, crítico e propositivo que cabe à oposição.
E estas certamente não incluem o comodismo dos dedos apontados a esmo para lembrar "daquele tempo" (ainda mais em se tratando do "tempo" em questão), nem boataria de quinta categoria, ou muito menos declarações públicas contra o Santos, em favor de "parceiros".
Ser oposição não é se opor ao clube.
E é por isso que a Resgate se orgulha de sua história. Desde 2001.
Assim como Neymar, estou cansado.
Já vi muita coisa no futebol e até poderia dizer que o que está acontecendo não é lá tão novidade. Mas as circunstâncias de agora incomodam muito mais.
Oras, Neymar nadou contra a maré. Viu seus parceiros rumarem para a Alemanha, Ucrânia, Itália... E quando todos achavam que sua passagem para a Inglaterra já estava comprada, surpreendeu. Ficou no Brasil.
Como o talento costuma ser premiado em qualquer profissão, Neymar, craque que é, passou a receber o quanto fez por merecer, no bem pago mercado da bola. E está aí, dando a cara prá bater.
Aliás, não só a cara. Mas as canelas, os joelhos e os tornozelos. Se já era caçado antes de confirmar sua permanência, agora, então, virou alvo pré-determinado. E a coisa vai muito além do futebol.
Mesmo assim, vamos começar pela bola rolando.
O fato é que a temporada de caça ao Neymar está aberta. Tem o aval dos bananas do apito, a dissimulação da CBF e a conivência do STJD - que prefere vistoriar o Twitter para punir desabafos, a assistir aos teipes dos jogos e suspender esse bando de brucutus covardes. Brucutus que, até bem pouco tempo atrás, é bom que se diga, simbolizavam o “espírito guerreiro” do futebol brasileiro.
Ontem, o técnico do Ceará - Dimas não sei das quantas, que, dizem, um dia jogou futebol - promoveu um verdadeiro revezamento de pancada. Começou com Heleno, depois Anderson, depois Ernandes e, por fim, o tal João Marcos. Mesmo assim, no único lance em que escapou ileso das bordoadas, o moleque esguio desmantelou todos esses cabeças-de-bagre e deixou Keirrison na cara do gol, para nos dar o empate.
Se a violência tivesse sido punida como deveria, os pontapés cessariam e Neymar certamente teria a chance de construir outras jogadas geniais. Mas Heber Roberto Lopes, como tantos outros, preferiu ter seus 15 minutos de fama, às custas de nosso craque.
Ainda bem que a história, ao menos neste ponto, é implacável. E ele ou qualquer outro árbitro, assim como os Chicões e Marcinhos Guerreiros da vida, acabarão a carreira no ostracismo.
Infelizmente, porém, a patifaria vai muito além das quatro linhas, como eu já disse.
Tem ainda o apoio de alguns comunicadores, que com suas opiniões mesquinhas e fofoquinhas oportunistas, contribuem e muito para criar este clima hostil contra quem tenta, de fato, dignificar o esporte. São os mesmos que passaram o primeiro semestre pregando que futebol bonito não ganha jogo... e tiveram que nos engolir.
E isso dói demais para quem inveja o sucesso alheio, sabemos.
Sabemos também que Neymar está sendo resguardado pelo Santos. Seu novo contrato prevê acompanhamento de profissionais de diversas áreas, para contribuir com sua formação. Aos 18 anos, ao contrário de alguns atletas tarimbados e prá lá de 30 - incluindo os habitués das páginas policiais - ele, até agora, foi apenas imaturo. Como muitos. Mas massacrado como poucos.
Que ele tem de dar exemplo, não tenho dúvidas. Mas errar, admitir e se redimir do erro também é uma bela maneira de se dar exemplo, não? Ainda mais quando se é jovem. E Neymar assim o fez.Mesmo assim, com toda essa carga emocional mesquinha, até ontem ele não havia reagido com hostilidade.
Querem saber? Até que agüentou muito.
Mas ao final de mais uma partida em que sofreu com as botinadas, ao ver que seu desabafo em tom pacífico não tem dado resultado, Neymar perdeu a cabeça. Pela primeira vez, partiu prá cima de um adversário. Sem a bola. Um gesto que significou muito mais do que a irritação de um atacante incomodado com um marcador.
Foi uma demonstração clara de que precisa de ajuda para “driblar” essa bandalheira toda.
A diretoria do Santos já deu sinais que vai tomar para si essa responsabilidade – e é sua obrigação.
Começou timidamente, divulgando estatísticas das faltas sofridas pelo nosso camisa 11. Mas é pouco. É preciso uma campanha ainda mais direta, contundente. Vídeos, camisas, cartas abertas para a CBF. Formalizar protesto no STJD, se preciso for. Hoje temos um marketing e um jurídico capazes de fazer barulho. Então, vamos fazer.
Ao torcedor, cabe pressionar os árbitros como nunca, dentro dos limites do bom senso, nos jogos em casa. A começar pelo Atlético-GO, quarta-feira, na Vila. Se não tomarmos uma atitude, podem anotar: será outra noite de pancadaria impune. E assim iremos até a Libertadores do ano que vem.
É isso que queremos? Certamente não. Afinal, o campeonato está aberto e estamos no páreo, sim.
Para nos mantermos nele, porém, temos que acabar com essa temporada de caça "patrocinada".
Lembram-se da torcida colombiana aplaudindo Robinho efusivamente após o Santos aplicar 5 a 1 no América, em Cali, com direito a chapéus e golaços, na Libertadores de 2003?
Pois é. Será que um dia veremos isso no Brasil? Duvido.
É possível que um dia este país dê um fim na pobreza. Contudo, difícil mesmo será acabar com a pobreza de espírito do brasileiro. E esse tipo de manifestação no esporte, é sim, um termômetro do que se vê com muita freqüência em outros setores da sociedade. Na política, no convívio social, nas artes.
Persegue-se o talento e cultua-se a mediocridade. E isso nunca nos levou a lugar algum.
É por isso que, assim como Neymar, estou cansado.
Mas não vou desistir. E nem ele, tenho certeza.
Pois somos Santos. E estamos acostumados a vencer.O Santos conquistou a Copa do Brasil.
Isso significa que o talento venceu a hipocrisia.
Afinal, o hipócrita queria resultados - e já os tem.
Significa também que a atitude derrotou o patrulhamento.
O patrulheiro salivou como nunca desde que a Copa acabou. Arrogante como é, queria bradar aos quatro cantos do país que era tudo fogo de palha. Era tudo máscara. Covardemente, não se contentou em exercer sua profissão ou, simplesmente, sua liberdade de expressão.
Preferiu dar a si próprio uma procuração para julgar e condenar alguns fatos do dia a dia, querendo, de qualquer jeito, colocá-los acima do que é a verdadeira essência desses meninos: a atitude, a irreverência e a qualidade dentro de campo. Coisa de quem não suporta o sucesso alheio.
Como se ele, patrulheiro, nunca tivesse errado, por falta de maturidade, discernimento ou informação.
Como se o Santos, fora de campo, não tivesse hoje em seu comando pessoas capazes de orientar, corrigir e contribuir com a formação destes jovens, para que eles possam, a cada dia, crescer profissionalmente e como cidadãos.
Pois é, patrulheiros e hipócritas.
Toda essa nuvem sobre perda de comando, crises internas... vai desaguar agora na cabeça de vocês.
E se depender de mim, chove granizo.
O SANTOS É O CAMPEÃO DO BRASIL.
E isto quer dizer também que a confiança superou o despeito.
Pois despeitado é aquele que diz "não se importar muito" com futebol, mas sempre aparece quando tem chance. Nem precisa o time dele (se é que tem) fazer algo relevante, não. Pode ser mesmo só prá poder falar sobre o que todo mundo está falando. No caso, o Santos.
E falar mal, é claro, repetindo o que ouve como se fosse um mantra.
Mensagens supostamente irônicas, tuitadas com frases feitas de botequim... o despeitado passou semanas achando que estava na crista da onda. E agora levou mais um caldo.
E já que agora ele vai fugir dos que dão a cara prá bater em qualquer circunstância, como nós, deixo aqui alguns novos "mantras", prá que ele possa ter o que falar, a quem quiser lhe der ouvidos:
- O Santos não está pronto para a Libertadores. Paulista e Copa do Brasil são moleza.
- O time do Santos está sem comando. E os jogadores não se suportam.
- A Seleção Brasileira só tem dois jogadores e meio do Santos. André já é do Dínamo e Robinho, não se sabe.
Pode falar, falador. Vem que tem. HOJE TEM.
Eu sei que, no fundo, você está se roendo por dentro. Como o patrulheiro e o hipócrita.
É por isso que bancar este time está valendo a pena como nunca.
Principalmente diante dessa gente, do verbo fácil.
AFINAL, O SANTOS JÁ É DUAS VEZES CAMPEÃO EM 2010.
E vocês vão ter que engolir esse blá-blá-blá por um bom tempo.
Aos meus amigos santistas que cortaram o país para formar o já inesquecível mar alvinegro no Barradão...
Eu poderia dizer que queria ter estado aí com vocês. Mas não direi, porque, acreditem, eu estava.
Obrigado por carregarem em cada um de vocês o meu coração alvinegro, que bateu forte como nunca.
Obrigado por darem voz aos gritos aqui da sala, que certamente engrossaram o coro no estádio e fizeram o nome de nosso alvinegro praiano ecoar na Bahia, que é de todos os Santos, mas que hoje consagrou somente um.
E, acima de tudo, obrigado por me ajudarem a semear, a cada dia, esse amor que nos conduz e que vai inspirar tantas e tantas gerações alvinegras. A festa é de vocês aí e, quando chegarem, será nossa.
SANTOS, CAMPEÃO DO BRASIL 2010.
Parabéns, Dorival Júnior. Parabéns presidente Luís Álvaro e diretoria.
O trabalho árduo, sério e profissional sempre será recompensado.
Obrigado, MENINOS DA VILA.
Por fazer este aqui, que já não é tão menino, feliz como um pivete de dez anos.
Se você não sabe o quanto eu caminhei prá chegar até aqui, como diz aquela canção, eu vou lhe contar.
Eu mudei.
Mudei muito, na esperança de iniciar uma caminhada mais longa.
Uma caminhada que fiz, pela última vez, nos anos 60. Mas que agora, me sinto pronto e plenamente disposto a repetir.
E pensar que há seis meses, só havia desconfiança e temor.
Um temor leviano, plantado por aí por aqueles que achavam ter uma fórmula mirabolante para me conduzir, acima do bem e do mal. Por isso, fiquei feliz quando, naquela tarde de dezembro, ano passado, 1882 pessoas materializaram o desejo de tantos milhões que me amam e se preocupam comigo.
Finalmente, meu destino passou a ser traçado por outras mãos.
Minha reputação, mundialmente reconhecida, foi construída à base do talento e do amor à camisa branca que envergo. Um talento que insiste em brotar em minhas terras, até na mais severa das estiagens, como uma benção dos céus. E um amor inexplicável, que me faz ser seguido onde e como eu esteja.
Nos últimos sete meses, coincidência ou não (eu duvido que seja coincidência), pude reviver essa reputação e esse amor como nunca.
Quem me deu essa chance foram meninos que, até então, pareciam destinados a sucumbir, como tantos outros, às leis crueis desse mundo em formato de bola. E outros não tão meninos, que chegaram desacreditados, mas não tardaram a mostrar seu valor e a transformar esta combinação em algo muito especial.
Como você já deve ter percebido, eu sou o Santos Futebol Clube.
E preciso de você para uma decisão que vai durar uma semana. Que começa em nossos domínios e termina em terras adversárias. E que pode nos levar a outras terras, mais distantes, no ano que vem. É tudo que queremos.
Preciso de você e de seu comprometimento, como naquele primeiro jogo do ano, quando quase ninguém notou a importância daqueles 4 a 0 no Rio Branco - mas, você, sim.
Preciso de você e de seu carinho, como naquela vitória contra o São Paulo, a primeira - é melhor especificar, porque só esse ano já foram quatro -, quando abraçamos juntos o nosso Robinho, que tirou "de letra" o seu tão aguardado retorno.
Preciso de você e de sua euforia, quando desandamos a lascar 10 no Naviraiense, 9 no Ituano, 8 no Guarani... quando tripudiamos com o deliciosamente irresponsável "chapéu" de Neymar no tal Chicão, o primeiro de uma longa fila de reclamões que se formou.
Preciso de você e de sua fibra, pois, mesmo depois de tantas goleadas, só com muita fibra conquistamos o título paulista. Quando restaram 8 em campo, quando Ganso disse que não saía, você também não arredou pé. E foi das arquibancadas que veio a força para lutar até o fim. Até a vitória.
Preciso de você e de sua confiança, que em meio a um ou outro revés nesta jornada santástica, podia até ter dúvidas sobre a próxima coreografia de André, Madson & cia., mas jamais duvidou da próxima façanha. Fosse ela eliminar o time de Vanderlei "Filé de Borboleta" Luxemburgo... ou dar uma surra de bola naquele tacanho grêmio de futebol portoalegrense.
Já passamos por tanto em tão pouco tempo até aqui, meus amigos. E sempre estivemos muito mais próximos do céu do que do inferno, por mais que aquela velha turma despeitada insista em tentar nos arrastar prá baixo.
Mesmo depois de todo encanto experimentado pelos quatro cantos do país... Mesmo sabendo desde a última segunda-feira que a nova Seleção Brasileira está sendo criada à minha imagem e semelhança, como naqueles inesquecíveis anos 60, eles vão continuar tentando.
Azar deles.
Eles não entendem que, juntos, somos muito mais fortes do que qualquer adversário fora de campo.
E que dentro de campo, seja no solo sagrado da Vila ou qualquer terreno em que as onze camisas brancas apareçam, sempre seremos capazes de escrever mais uma de nossas páginas gloriosas.
O que pode parecer impossível para muitos, para nós, juntos, é mais uma chance de fazer história.
E como é bom saber que, logo mais, estaremos juntos novamente.