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Meu nome é José Erato Ferraz mas prefiro ser chamado, simplesmente, Erato. Não porque garanta distinção (eu não conheço nenhum outro, eheh), mas porque é o nome que herdei de meu avô que foi uma das pessoas mais incríveis que conheci em minha vida, em todos os sentidos. Tenho 48 anos. Nasci em Guiricema, uma pequena cidade da Zona da Mata mineira (saudosa infância!), mas vivi 9 anos, entre 1975 e 1983, em Sampa (graças a Deus porque foi onde adquiri, entre outras boas coisas, minha paixão pelo Peixe) antes de me estabelecer em Juiz de Fora. Sou casado e tenho dois filhos: Filipe (18) e Thaís(12) que são “peixinhos”, graças a Deus. Minha esposa, apesar de não se ligar em futebol, é minha parceira na árdua (e bota árdua nisso!) tarefa de encontrar no radinho, ou na internet, um lugarzinho para acompanhar os jogos do Peixe quando não tem televisão. Minha eterna gratidão à minha família pelo equilíbrio que representa na minha vida. Pelo gosto precoce pela literatura acho que deveria ter feito Jornalismo ou Letras mas, por estranhos desígnios do acaso, não fiz... acabei contador. Não sou um contador frustrado porque entre os (frios) números do meu cotidiano encontro “lacunas” para escrever sobre algumas coisas que gosto, para algumas pessoas que gostam... Exercito o grande barato de partilhar meus textos com os santistas do mundo inteiro, aqui no Portal, há mais ou menos dois anos. Fazer parte deste time de “blogueiros”, onde só tem Peixe graúdo, é um grande orgulho (e isso não é mera adulação – o que nem combina com o meu jeito mineiro de ser). Agradeço muito ao Portal por esta oportunidade. Uma grande frustração é estar tão longe da Vila Belmiro. Ídolo do Santos: O TIME de 2002 (difícil destacar um jogador apenas) Jogo mais emocionante: A finalíssima de 2002 (destaque – se é que é possível – para as atuações de Robinho e Fábio Costa) Gol Inesquecível: Elano, nesse mesmo jogo (no do Léo eu já estava na rua, comemorando) Recado aos Rivais: A rivalidade é o combustível do futebol. Que pena (pra vocês) que vocês estão do “outro lado”! Se fosse um jogador, qual seria? Quando jogava (faz MUITO tempo) fazia as vezes de beque (por falta de talento para outra coisa). Em sonhos, seria Alex; mas, pelas óbvias limitações, acho que Domingos ficaria de bom tamanho (mais raça que técnica). |
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