|
|||||||||||
Me chamo Beatriz de Andrade e Silva, mas, para o nome não ficar maior do que meus textos, uso apenas Beatriz Andrade. Nasci em São Paulo, onde vivo até hoje. Como acredito em outras vidas, sou santista desde o dia 14 de abril de 1912. Decidi prestar jornalismo na fila de inscrição para o vestibular do Mackenzie e, hoje em dia, não me imagino tendo feito qualquer outro curso. Não por ter talento ou pela profissão ser maravilhosa. Muito pelo contrário. Sou escrava das palavras e apanho delas diariamente. Mesmo assim, me atrevi a escrever um livro-reportagem sobre futebol, com uma colega da faculdade, e que, em breve, será publicado. Por diversas vezes me perguntei se não era uma grande bobagem gostar tanto de futebol e fazer disso uma profissão. Mas um esporte que mobiliza milhares de pessoas em todos os cantos do Mundo, que se tornou meio de ascensão social e proporciona emoções como tristeza e alegria, não pode ser irrelevante. Ídolo do Santos: Giovanni, Diego e Robinho. Jogo mais emocionante: Corinthians 2x3 Santos (2º jogo da final). Gol inesquecível: Elano, de canela. O gol do título de 2002. Recado aos rivais: "Nascer, viver, e no Santos morrer, é um orgulho que nem todos podem ter”. Se fosse um jogador, qual seria? André Belezinha. Ruim de bola, mas tão abençoado que conseguiu jogar na Vila Belmiro com a camisa 10. |
|||||||||||
|
|||||||||||